Institucional

Linha do Tempo SOCIESC

A fundação e os anos 60

A Escola Técnica Tupy foi criada em 1959 por Hans Dieter Schmidt, presidente da Fundição Tupy, maior empresa de Joinville na época, com 1.500 funcionários. A concepção foi inspirada num dos mais modernos e eficazes modelos europeus: a escola de formação de técnicos da empresa George Fischer, que o fundador conheceu na Suíça.

O primeiro curso, de Metalurgia, contava com uma sala para aulas teorias e tinha aulas práticas realizadas nas oficinas da empresa, utilizando laboratórios, equipamentos e maquinário da Tupy em condições reais de trabalho.

Foi em 1962 que formou-se a primeira turma do curso pioneiro ETT. O ano também marcou a conclusão das obras físicas da escola, no bairro Boa Vista, e a criação de sua mantenedora, a Sociedade Educacional Tupy.

O reconhecimento como identidade de utilidade pública pelo governo federal veio em 1963, abrindo a possibilidade de recebimento de verbas públicas destinadas ao ensino técnico.

A aprovação do projeto de expansão da escola com o MEC e com a República Federal da Alemanha, em 1967, foi decisiva para um grande período de crescimento e evolução na década seguinte.



Parceria com a Alemanha resulta em investimento em laboratórios e intercâmbios



Os anos 70

A década de 70 foi um período de ouro para a escola, projetando seu prestígio no âmbito nacional.

Graças ao acordo de cooperação técnica entre Brasil e República Federativa da Alemanha, conhecido como “acordo do café”, o país recebia como pagamento de exportações do produtos máquinas e equipamentos para ensino profissionalizante.

O excelente relacionamento dos dirigentes da escola com o Ministério da Educação fez com que muitos desses equipamentos de última geração fossem destinados para Joinville. O investimento gerado pelo acordo com os alemães, superior a um milhão de marcos, também proporcionou à ETT assessoramento para a melhoria do ensino, reestruturação técnica da escola, revisões curriculares e intercâmbio de profissionais e professores.



O Brasil viva um período de grande crescimento e necessidade de formação profissional, e a escola passou a receber recursos públicos destinados à educação técnica. Houve grande ampliação do número d cursos e de vagas, para atender demandas da região e as matrículas aumentaram cinco vezes neste período.

Com o incremento do ingresso das mulheres no mercado de trabalho, a escola abriu vagas para moças a partir de 1974.

A instalação de aparelhos e laboratórios sofisticados viabilizou a realização de serviços especiais, inicialmente para a Tupy. Foi o embrião d prestação de serviços a terceiros que se tornaria uma das importantes fontes de recursos no futuro.



Anos 80

Tempos difíceis, para o país e para a ETT.

A crise econômica afetou a saúde financeira de diversas empresas, entre elas a Tupy Fundição, que passou por uma reestruturação, reduzindo os recursos para manutenção da escola.

As verbas públicas destinadas ao ensino profissionalizante, que haviam sido fartas na década ant merior, também foram reduzidas, tanto pela escassez de recursos na economia brasileira, quanto por novas regras definidas pela constituição de 1988.

Para garantir a sustentabilidade da escola, que desempenhava um importante papel de formação profissional no Norte catarinense, a Sociedade Educacional Tupy transformou-se, em 1985, na Sociedade Educacional de Santa Catarina.

A Sociesc passou a contar em sua gestão com um conselho empresarial formado pelos presidentes das principais empresas de Joinville, que estimulou o surgimento de cursos em outras áreas para atender novas demandas do mercado na região.

O período marcou também a criação do Museu da Fundição, único no país, e a oficialização da escola como entidade autorizada a realizar pesquisas, com subvenções especiais na área de desenvolvimento tecnológico.



A Sociedade Educacional Tupy transformou-se,
em 1985, na Sociedade Educacional de
Santa Catarina.




Anos 90



A administração da Sociesc por um conselho empresarial levou à realização de novos investimentos e á busca por estratégias para garantir a sua sustentabilidade. Neste período, foram instalados nas dependências da escola três importantes centros de tecnologia para atender demandas da região: Mecânica de Precisão, em 1990; Tecnologia em Informática, em 1995 e Tecnologia de Materiais, em 1998.



Em 1997 a Sociesc ampliou suas atividades de ensino para área de pós-graduação, com a parceria da Fundação Getúlio Vargas, uma das mais conceituadas instituições do segmento no país.

Em 1998 mais um passo importante. A Sociesc criou o Instituto Superior Tupy (IST), para atuar na área de graduação. E, em parceria com o CEFET Paraná, lançou nesse ano o primeiro curso de graduação: Tecnólogo em Automação Industrial.

Em 1999 o IST criou seus próprios cursos: Tecnólogo em Automação Industrial e Tecnólogo em Mecânica.



Ano 2000

A Sociesc desenha seu modelo de administração com um planejamento estratégico de longo prazo que alia crescimento e visão de sustentabilidade.

A instituição implantou um Sistema de Gestão da Qualidade, que envolve as atividades de ensino, tecnologia e gestão, e torna-se pioneira certificação pela norma ISO 9001:2000 na área de ensino. Meta estabelecida: crescimento baseado no reconhecimento da comunidade.

As atividades educacionais abrangem o ensino fundamental, médio, técnico, graduação e pós-graduação; é fortalecida a prestação de serviços de engenharia e tecnologia nas áreas de ferramentaria, fundição, tratamento térmico, laboratórios e consultoria tecnológica e criado um núcleo de pesquisas voltado para o desenvolvimento e inovação.

A instituição investe na expansão de sua atuação geográfica, chegando às cidades de São Bento do Sul (2000), Curitiba (2001), Florianópolis (2003), Itajaí (2006) e Blumenau (2006). Também inicia processo para implementar o modelo de atuação como Centro Universitário, articulando ensino, pesquisa e extensão.

Os resultados destes esforços geram crescimento médio anual de 25% e tornam a Sociesc auto-sustentável, além de ser referência como modelo de administração. Em uma década transforma-se de uma escola técnica em uma das principais entidades de ensino nas ares de Gestão e Engenharia do Sul do país.

A instituição investe na expansão de sua atuação geográfica, e transforma-se de Escola Técnica em uma das principais escolas de Gestão e Engenharia do Sul do país.



Sociesc Hoje

Ensino

  • Cerca de 20 mil alunos
  • Ensino presencial e a distância
  • Mestrado em Engenharia Mecânica reconhecido pela Capes
  • Mestrado em Engenharia de Produção reconhecido pela Capes
  • Mais de 125 cursos de extensão planejados de acordo com as necessidades da comunidade e de empresas da região
  • É a instituição de ensino privado de Santa Catarina com o maior número de cursos de engenharia

Estrutura

  • 7 Campi em seis cidades: Joinville, São Bento do Sul, Florianópolis, Blumenau, Balneário Camboriú e Curitiba
  • 200 mil m2 de área total
  • 130 laboratórios de tecnologia

Profissionais

  • mais de 1.100 colaboradores diretos
  • 60% dos professores da graduação são mestres e doutores

Prestação de Serviços

Fundição, Ferramentaria, Tratamento Térmico, Laboratórios de Materiais e Metrologia, Consultoria em Gestão Tecnológico e Projetos.

Convênios

Fundação Getúlio Vargas, Instituto Paulo Freire, Financiadora de Estudos e Projetos, Ministério da Ciência e Tecnologia e instituições da Alemanha, Inglaterra e Espanha.






 

Parceiros:

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